Fez-se da vertente uma corrente,
Translúcida, opaca, cheia de dentes!
Com termômetros e temores anuentes,
Com valsas bambas parcas entre as gentes!
Com invólucro parado,
Igual serpente!
Com rasgos bem guardados do presente,
Com passos acabados sempre ausentes!
Com trilhas, mil dobrados entre as sementes!
Com vultos separados envolventes,
Volúpia inestimada, tal a torrente...
Um morno enfim casado, a própria mente!
Em tênue aprendizado dos dormentes...
Luciana Muterle Pazetto
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