Quando menos se espera algo expande sem mexer,
Ou se esconde ou se aglomera, sem teu corpo perceber...
Em um dia tão igual, dos iguais junto aos demais,
Vem aquilo que sem nome se aconchega e te desfaz...
A princípio é devagar, corre manso e não faz mar,
Quando então sem de repentes, não se tem como arrancar...
Mas que isso desigual? Feito de um nada colossal...
Se refletido não tem visor,
Se mal sentido não tem valor,
Se escondido sobra vapor,
Se invadido se faz torpor...
Se imcompreendido, torna-se rente,
Borbulha aos debates da própria mente...
É muito novo e casual, mas vem do velho tão seu usual!
Vem de encanto, sem proceder, torna-se tanto um bem querer,
Torna-se findo o não saber...
Luciana Muterle Pazetto
Amei esse... o enraizar de uma coisa sem nome... <3
ResponderExcluirPois é!!! Que bom que vc gostou <3
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