Escrever é preciso, válido e confortante, quando seu coração pede para que sua garganta grite as dores que aumentam suas angústias exuberantes de confusões, tornando um viés fino e entrelaçado num iceberg imenso de solidão...
Quando seu corpo não suporta a cobrança da alma suplicante, ele expulsa pelos olhos as nuances mais incompreensíveis, tornando-as todas gêmeas, líquidas e salgadas, deixando-as escorrer por sua face, desejosas de um toque de gentileza e compreensão...
Quando seus passos atravancam obstáculos, é sinal que os seus braços estão na incessante procura de qualquer criatura, que possa lhe estender a mão...
Orgulho, certeza de postura, revolta, e amargura, escondidas... apelam para forças indizíveis, retornarem ao local de onde um dia nunca deveriam ter se esvaído...
E com a essência numa gota de chama turbulenta... Se acreditarmos... Nosso ser lentamente vai moldando, o que serve, o que esgota e o que alavanca... para mais uma jornada a refletir... Se o que valida realmente nossa vida, é caminhar com arranhados e aspereza ou se deixar lentamente, sucumbir pela tristeza...
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